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Disponivel o novo texto do António (Libelo de um condenado á prisão perpétua 2ª PARTE )

Aqui está a segunda parte do artigo iniciado pelo António em 2007. Ficamos agora à espera da 3ª parte

Podes lê-lo aqui.


Novo site de informação e apoio ao António estreia-se em português.

No dia 13 de Dezembro ficou on-line, ainda em fase de testes, a nova página de informação e apoio ao António.

Para já fica disponível a versão portuguesa, mas ao terminarmos as traduções ficarão disponíveis outras páginas nas línguas espanhola, inglesa, italiana, grega, francesa e holandesa.

Os materiais disponíveis na antiga página mantêm-se disponíveis, e foram já actualizados com algum do material dos últimos anos. Ao longo dos próximos meses iremos não só actualizando o site com novas notícias mas também expandindo os arquivos. Fica atento, divulga o site, e comunica através do e-mail para qualquer sugestão ou dúvida

A Solidariedade é mais que uma palavra.


Ultimo texto escrito pelo António - incidente na visita em Pinheiro da Cruz.

No dia 10 de Outubro de 2007, durante uma visita normal ao António em Pinheiro da Cruz, este artigo foi entregue em mãos a uma das pessoas que o visita. Ao contrário do que até então era a prática comum, os guardas do E.P. opuseram-se à entrega das folhas de papel com o texto, tendo o António protestado firmemente contra esta tentativa de desrespeito a um direito seu, o de expressar-se livremente.

Impotentes perante a argumentação do António, o membro do colectivo é impedido de sair do E.P com as tais folhas escritas e é levado ao director, para esclarecer a situação. Sem pretender dialogar, este declara prontamente que o António iria sofrer um castigo disciplinar e que a pessoa que o visitara ficaria proibida de o fazer, por tempo indefinido.

Mas não conseguiram ficar com o texto!

Entretanto, após os contactos entre o director da cadeia e o António e após o contacto por escrito da advogada, estas duas medidas punitivas ficaram sem efeito. Porque claramente não havia base jurídica para aplicá-las.

Ficou, no entanto, bem demonstrado o incómodo que representam para os serviços prisionais os textos que o António escreve…

Lê o texto aqui.